Faltam duas semanas cheias, a transbordar. Agrada pensar que está já aí o dia, embora seja uma mentira piedosa. Parece que a ansiedade está a tomar conta de tudo, e isso contenta mais do que se pode imaginar. Ás vezes a alegria de uma espera pode ser simplesmente deliciosa.
A questão que assusta, e todos já passamos por essa experiência, é viver apenas de alegrias relacionadas com esperas por coisas que nunca chegam a acontecer. Assim, quanto se está perto de concretizar o que se deseja, simplesmente desiste-se, passando a adiar mais uma vez o acontecimento desejado ou até mudando o foco da procura.
Não. Mil e uma vezes não. Viver esperas extraordinárias implica sempre, e jamais deverá poder de deixar de implicar, concretizações ainda melhores.
A vida deve ser vivida no seu todo sem perder o tino, mas cada momento deve ter uma significância e um significado único pelo desejo de o realizar e pela sua realização.
O agora e o depois são as partes inseparáveis de uma experiência de vida. Experienciar é o objectivo.
Os preparativos estão em andamento, embora aos soluços porque a rapidez do tempo não dá espaço para mais, pode-se estar certo que vamos, e vamos mesmo de certeza sem dúvidas sem receios e com a mente e o corpo abertos à novidade.
Itinerário definido, pormenores a ver consoante a maré nos levar mas com um esboço k não permite passar ao lado de algo que se quer mesmo.
Ansiedade quanta felicidade provocas.
domingo, 23 de setembro de 2007
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